Garibaldi na Presidência do Senado Federal

 

 

O Rio Grande do Norte certamente está mais feliz. É com muita honra que recebemos no começo da tarde de hoje (12/12) a notícia de que um potiguar é eleito Presidente do Segundo Posto mais importante da República. Garibaldi Alves Filho governou o RN de 1995 a 2002 e cravou sua história na política potiguar. Homem sério e atinado, comprometido com os direitos humanos. Sua aparência tranqüila e pacífica manifesta o político equilibrado e audacioso, que ganhou popularidade mesmo antes de 1971, quando se elegeu pela primeira vez deputado federal, permanecendo por três mandatos consecutivos naquela casa federal.

 

Jornalista, bacharel em direito e político consagrado. Garibaldi tornou-se uma das lideranças mais queridas do Rio grande do Norte. E desde o ano passado passou a ser admirado por brasileiros de todas as cores partidárias quando assumiu como relator a CPI dos Bingos, sugerindo o indiciamento de várias pessoas entre elas, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do SEBRAE Paulo Okamotto.

 

Eleito pelo governo e pela oposição, Garibaldi tem em suas mãos a imponente missão e responsabilidade de recuperar a credibilidade e a moral do Senado Federal. Tomado pela emoção o Norte-riograndense Presidente do Senado Federal, pediu modestamente em seu primeiro discurso ajuda dos colegas senadores mais experientes para juntos fortalecerem o Senado.

 

Vivemos hoje um momento histórico mercê do nosso orgulho. Do alto dos seus sessenta anos de idade o nosso conterrâneo Garibaldi Alves Filho vive um dos seus melhores momentos públicos. Faço votos que essa altivez que hoje contagia os potiguares se expanda por toda a nação brasileira durante sua presidência no Senado Federal e que essa imagem retorcida e arcaica de que nordestinos são figuras miseráveis e analfabetas, seja extinta a partir de sua competência administrativa e política a frente do segundo cargo mais cobiçado do país. 

Meios alternativos de comunicação

 

 

Na tentativa de compartilhar e registrar o cotidiano a comunicação desde sempre foi difundida e praticada entre as civilizações. Os papiros, placas de madeira e pergaminhos eram os únicos suportes da escrita durante toda a idade média. A velocidade das descobertas científicas possibilitou a modernização das formas de praticar comunicação. O advento das tecnologias da comunicação deu abertura para a internet permitindo que trabalhos de anos sejam resumidos há um dia na tela do computador.

 

Se a mudança do papiro para os pergaminhos foi um avanço da civilização imagine a chegada dos blogs, mercados virtuais e meios alternativos de comunicação. O século XX foi maçado pela chegada do computador que revolucionou todas as esferas da sociedade.  O computador originou a internet, que sem dúvida deu uma reviravolta na sociedade mundial. Vivemos a era digital onde é possível através de uma simples tela de computador fazer compras, sexo, assistir em tempo real a uma peça teatral apresentada na Praça de São Pedro em Roma ou discutir qualquer assunto em pauta nos mais diversos fóruns situados pelo mundo. Conectado a internet qualquer pessoa pode deixar de ser um mero receptor e passar a protagonista de suas próprias produções.

 

A popularização da internet facilitou a comunicação entre todos. Os blogs são espaços virtuais onde tudo pode ser dito e publicados e não são necessários critérios para dispor de um. Existem centenas de milhares de blogs hospedados atualmente na internet abordando os mais diversos assuntos. Muitos veículos de comunicação de massa se atêm aos blogs para alimentar-se de notícias.  

 

Os blogs como meios alternativos de propagar comunicação, realmente são necessários. O que se exige é a credibilidade. Uma vez que qualquer um pode lograr um espaço virtual e nele tratar o que quiser. Uma comunicação falha e asneira pode ter conseqüências crônicas. Do papilo a internet muitos caminhos foram cursados, e de acordo com as necessidades humanas foram inventados e executados. Da internet a criatividade humana, muitas revoluções ainda estão por vir...

Quem está atrás do computador?

 

Foto/internet

 

Essa era modernizada em que vivemos atualmente proporciona diversas maneiras de comunicação e de socialização ao ser humano. Uma das principais ferramentas do advento tecnológico é sem dúvida a grande rede, ou seja, a afamada internet. Seja reduzindo oceanos, facilitando trabalhos, adquirindo conhecimento, propagando comunicação ou oportunizando relacionamentos, a internet é capaz de proporcionar milhares de milhares de utilidades. Umas dessas tantas oportunidades são os famosos sites de relacionamentos, que hospedam chats e bate-papos, possibilitando aos usuários encontrar a cara metade por meio de imagens e conversações virtuais.

 

O que aparentemente pode ser fácil e divertido, muitas vezes termina em tragédia ou decepção. Por se tratar de algo virtual e superficialmente abstrato as pessoas são incitadas a mentir e omitir a verdade de si e dos fatos. Mesmo assim estamos vivenciando o século do namoro irreal em que as pessoas se amam, beijam, abraçam e acariciam por meio de uma simples tela de computador. Será tudo isso um descontrole emocional? Ou a incapacidade de relacionar-se pessoalmente? De uma coisa eu tenho quase certeza, as salas de namoro estão sempre lotadas...

 

Não restam dúvidas que em casa, a distancia, protegido, à vontade, desinibido, tudo é mais fácil. Sem esquecer que ainda é possível transforma-se em Gisele Bundchen ou Naomi Campion, ou dotar-se dos recursos financeiros de Bill Gates. Um amor alicerçado de mentiras e utopias construído em cima de ilusões. É assim que geralmente os enlaces virtuais se difundem. Segundo o filósofo Francês Jean-Paul Sartre, o ser humano possui uma atração doentia pela verdade, certamente as pessoas que se relacionam pela internet acreditam fervorosamente em todas as “verdades” que o outro por trás do computador está afirmando. Muitas vezes essa atração é o ponto de partida para as decepções e tragédias que tomamos conhecimento através dos meios midiáticos.

 

Ficar de pijamas, bocejando com a pupila dilatada madrugada adentro em frente ao computador, teclando e se deixando teclar com o desconhecido, parece coisa de louco. Essa onda de amor às escuras é moda e está contagiando a humanidade. O problema são os riscos que essa moda virtual pode custar. Mas, independente dos trames negativos que o namoro virtual possa ocasionar, a enfadonha rotina de todos os dias impulsiona o cidadão a procurar cada vez mais os chats de relacionamento, procurando nas opções o nicho que lhe é mais conveniente. O que pode dar errado hora pode da certo. O problema é que o olho no olho ou simplesmente a paquera é coisa de outrora. No dicionário que rege a modernidade essa alínea é cafonice e maraquice. Vê se pode!

Não fui à festa sertaneja realizada na fazenda Pitombeira domingo passado, mas as imagens e reportagens sobre o ajuntamento de vaqueiros, trabalhadores rurais e amantes da caatinga me incitaram durante toda a semana para produção textual de algo relacionado ao cotidiano do homem sertanejo.

 

O cotidiano do homem sertanejo

 

Foto cedida

 

A pele áspera da cor de barro esbraseada pelos raios escaldantes do sol do sertão é a marca principal do homem roceiro, que vive no meio da caatinga hiperxerófila do sertão potiguar. Não é preciso que o sol nasça por trás das cordilheiras para que o sertanejo inicie sua labutação de todos os dias. Junto com os raios matinais expelido pelo sol a cada amanhecer, revigoram-se as forças e a fé do homem rural que não cessa de pedir graças e proteção ao Deus dos céus.

 

Uma imagem sofrida de mãos calejadas, de pés maltratados, de alma simples e sem requintes. É preciso tão pouco para satisfazer as necessidades dessas figuras simplistas que compõe o cenário principal da vida rural. O trabalho braçal, a lida com o gado, o arado ou a lavoura em épocas de chuvas, são sinais de sobrevivência que sustentam limitadamente as famílias do campo. O corpo cansado e aturado dar a impressão que são acobertados pela camada de ozônio que os protege dos raios violentos do sol.

 

Mesmo com tantos traços e marcas de uma vida árdua e dura, travada pelas lutas a favor da sobrevivência nos sertões nordestinos, os sertanejos são felizes e esperançosos. A fé em Jesus Cristo e a confiança em Deus são sustentos para seguir o ofício que lhes foi confiado. Qualquer nuvem que se forma ou sinal que alimenta suas crenças são estímulos e expectativas de chuvas.

 

Homens revestidos de sabedoria popular, de inteligência e conhecimento ímpar. Não freqüentou escolas afamadas, mas os apriscos, as inchadas, os pastos, os gibões foram os melhores professores. Uma educação desprovida de qualquer avanço tecnológico, mas abastada de ciência popular que nem mesmo o tempo é capaz de apagar. Homens de corações generosos que traduz no olhar a sinceridade que a modernidade desconhece.

 

Dessa forma a vida sertaneja não se resume apenas em versos simples de cordéis, mas na história viva de uma vida que não é levada a sério pelas políticas públicas e nem tão pouco pelos dirigentes destas. É uma pena que a cultura sertaneja seja memorada apenas em festas de apartação, no entanto não é preciso ir tão longe para comprovar a coragem, a bravura, o trabalho e a honradez de uma figura simples que não precisou galgar esferas cobiçadas da sociedade para fazer e escrever a história de nossa região.

 

 

Uma história de sucesso...

 

Depois de quase três horas esperando o fatídico ônibus que nos trás de volta para casa, finalmente chega...

Entro e sento. Do meu lado um senhor que aparentemente passava dos setenta anos de vida. Ele me perguntou se eu era professora, respondi que não. O caminho que une Jardim do Seridó a Acari, naquela madrugada ficou mais curto.

 

Seu Joaquim, casado e pai de quatro filhos, reside em um sítio no interior de Pau dos Ferros. Sempre trabalhou na agricultura, seus filhos também seguiram a missão do pai. Exceto Lázaro, o mais novo, que entre uma atividade e outra no sítio, se dedicava às leituras. O pai orgulhosamente me contava do incentivo e do apoio que dava ao seu filho, pois aquela vida no campo era árdua e sofrida. As condições eram precárias, mas ele dispunha de muitos sonhos e coragem para estudar e enfrentar.

 

Justamente naquela madrugada, o pai orgulhoso tomava como rumo a capital do estado, para participar do batizado do neto, filho de engenheiro civil, que graças à força e o incentivo do pai analfabeto, venceu!

 

Fato como esse, é de encher os olhos de água...

Escolha as sete maravilhas do RN

 

Continua a votação para escolha das sete maravilhas do Rio Grande do Norte. A votação segue até o dia 31 de outubro.

 

Acari está concorrendo com cinco indicações.

 

Açude Gargalheiras

Igreja do Rosário

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia

Museu do Sertanejo

Serra do Bico da Arara

 

Vamos participar votando nas nossas potencialidades.

Tia Verônica

 

Tia Verônica

 

O rosto é marcado pelas rugas da idade e o olhar já não ambiciona as opções do mundo moderno. A ternura que expeli de sua fala e gestos são confirmações de uma idade que avançou no tempo.

 

Verônica Veneranda ou tia Verônica, uma figura que jorra candura e simplicidade. Ontem, (7), reuniu em sua casa familiares e amigos para comemorar 80 anos de vida. Uma comemoração idealizada e organizada com muito afeto pela própria, que de alegria dançava e brincava feito criança.

 

Os provérbios mais sábios dizem que somos crianças duas vezes. Uma na primeira fase da vida e a outra no final. Alguém duvida? Eu não...

 

Não existe uma idade muito menos receita para ser feliz. Bom mesmo é viver e saber viver. Aproveitando de todas as nuances que a vida fraternamente nos proporciona. Tia verônica é um exemplo de que viver vale a pena.

 

Parabéns!

De volta...

 

Estou de volta depois de vários dias sem postar. Confesso que ando sem inspiração para escrever. Tenho dedicado corpo, alma e cérebro nos estudos, em busca de uma colocação positiva nos concursos.

 

Em meio a juros compostos, política cambial, mercado de capitais e metas inflacionárias, o entusiasmo para produzir textos, sinceramente, padece. Mas, todo esforço cometido foi absolutamente favorável, minha colocação no concurso do BB fez jus ao empenho confiado.

 

Na vida nada cai do céu e tudo precisa ser conquistado. Então, enquanto existe tempo, energia e coragem, há perspectiva e esperança de conquistas...

Viva a independência!

 

Apresentação da escola Maanaim

 

A rua central se alargou de entusiasmo para receber na tarde de hoje (06/09) o desfile cívico em homenagem ao dia da Independência do Brasil. O desfile que teve como tema “Educação Direito Seu, Responsabilidade de Todos”, foi expressamente representado pelas escolas estaduais, municipais e privada, exceto o mais populoso colégio de Acari, a Escola Estadual Dr. José Gonçalves de Medeiros, que não deu seu “Grito do Ipiranga”.

 

Abastecidas de criatividades, as escolas acarienses emocionaram o público que prestigiava o desfile. Várias foram às temáticas desenvolvidas de acordo com o tema proposto, as escolas levaram para a rua não somente sonhos de uma educação igualitária, mas o desejo de um país menos preconceituoso e mais solidário.

 

Diante das apresentações, uma mulher de aparência simples emocionou os presentes e ganhou certamente o troféu de humildade e de solidariedade, apanhando com uma pá, as fezes depositadas pelo cavalo que trazia a representação de D. Pedro, em frente ao largo central das apresentações.

 

Já no final do desfile uma grande confusão de sons e ecos misturou-se e entristeceu o semblante de quem não estava ali inconscientemente. O som que ecoava de uma banda marcial que participava do desfile fazia jus muito mais a época carnavalesca do que o dia da Pátria. “O amor me pegou puro e verdadeiro, pra durar, vai durar, pra lá de fevereiro, para quando chegar a festa junina, você vai se lembrar da gente em Ondina, CACHAÇA!”. Coincidentemente a bandeira nacional, símbolo que representa o nosso país, timidamente se recolheu.

Um dia a mais...

 

Rodoviária de Jardim do Seridó

 

A viagem é incomoda e o barulho parece ofender minha alma desconsolada pela noite fugaz. O caminho que me trás de volta dura uma eternidade apinhado de ilusões e quimeras. Nesse ônibus tudo é trepidação e os sonhos navegam junto com o mau humor e a repugnância que me atormenta impiedosamente. O barulho ronco do motor perde a força e segue poluindo a natureza que de virgem não tem nada. Aqui tudo me atormenta!

 

Pronto, cheguei! Em casa? Que nada...

Os sinos da igrejinha de Nossa Senhora da Conceição anunciam meia noite. Dou-me conta, que horas vindouras tenho que aturar sentada no prostíbulo da sustentação econômica de dezenas de garotinhas sem anseios e sem perspectivas nenhuma. Trata-se da rodoviária de Jardim do Seridó. Tempo em tempo olho pra o relógio, os ponteiros estão adoentado e precisam de entusiasmo para trabalhar. Dessa vez, nem mesmo Shirley Petachi, um traveco chistoso que ocupa nosso tempo com suas anedotas engraçadas e com o seu bom humor estava presente.

 

Dei-me um cafezinho seu Raimundo! A lanchonete ainda esta aberta. A aurora reina adentro, é hora dos de pouco juízos ganharem à rua em busca de alento, por aqui chega um e outro, cada qual com seus apólogos. Hora é Nandinho, um doido astuto que tem medo de sapo, lá se vem Fátima de Moscôro, a pobrezinha anda atrás de remédio da listra preta, do lado de lá é Júnior, um maluco beleza, que de posse de um rádio passa a noite ouvindo inglês. Tem pirado de todo jeito! E nada do ônibus chegar.

 

Não bastasse minha inquietude o sono atormenta, nem mesmo uma piada bizarra é capaz de sossegar minha aflição. Opa! Uma estrela transfigura minha face, uma brisa suave tocou minhas madeixas. Foi um cochilo...

Daqui a pouco só resto eu, meu irmão e as muriçocas e esse ônibus não passa. Pois é, nessas alturas, não tem alto-estima, sonhos, cobiças, entusiasmos que sustente a vontade de conquistar uma vitória profissional. Já faz dez horas e meia que sai de casa em busca de abater mais um dia da vida acadêmica.

 

Esse desejo é traçado com muita dificuldade, mas já se passaram mil e noventa e cinco dias, uma eternidade pra quem tem que enfrentar as adversidades, as surpresas de cada dia e a aflição de cada espera e o dever cumprido de cada chegada em casa. Meu Deus! Não bastasse tudo isso ainda tem a ansiedade do depois. Do depois da conclusão, da finalização, do começo, do começo de um novo advento. Cada situação é um fato novo nesse lendário de acontecimentos em que estamos inseridos, a irritabilidade evidente que consome minha alma, é a adição de tarefas desempenhadas e de conflitos sociais que rodeiam nossa medíocre.

 

Por fim, cheguei! Pouco menos de cinco horas já estou de pé. Dessa forma vamos vivendo, porque de certeza não temos nada, o amanhã não é seguro, e talvez não sejamos mais estatísticas, outro mundo nos aguarda. Mas vale a pena conquistar, toda vitória é saborosa e agrada os descontentamentos, nessa vida vale somente enquanto estamos lutando.

Tudo é possível...

 

Ismael (irmão) e eu no estúdio da TV Itararé

 

O relógio marcava cinco horas da manhã e os raios do sol indicavam que o dia estava apenas começando. O ônibus das Faculdades Integradas de Patos conduzia os alunos do sexto período de jornalismo, rumo a capital do sertão paraibano, Campina Grande. Em busca das emissoras de televisão os estudantes carregavam consigo entusiasmo, sonhos e anseios.

 

Chegando à TV Paraíba, afiliada da rede globo, fomos recebidos com cortesia e agrado pelos funcionários da emissora. Cada sala fisgava a atenção e o corre corre dos repórteres, produtores e editores consolidavam as expectativas e alimentava o desejo de ocupar diariamente um daqueles lugares. Na central de jornalismo dezenas de computadores funcionavam juntamente com as idéias e habilidades dos jornalistas, que produziam textos e elaboravam roteiros e pautas para serem desenvolvidas durante o dia. Conhecemos cada setor até a finalização e exibições das reportagens. Um cenário maravilhoso, equipamentos e profissionais qualificados ocupavam o estúdio, de onde sai às notícias e informações que alimentam o dia a dia da Paraíba.

 

TV Borborema e TV Itararé também foram visitadas pelos universitários, que deixaram Campina ao romper da tarde. Das tantas palavras emitidas pelas figuras novas que pudemos conviver durante o dia 29 de Agosto desse ano, as reflexões proferidas pelo conceituado jornalista e editor-chefe da TV Itararé, Rômulo Azevedo, foram sem dúvida as que mais despertaram as emoções. “Tudo é possível quando se tem vontade. Jornalismo é uma profissão árdua e o mercado é cada dia mais competitivo. Cabe a cada um de vocês, corre atrás e não ter vergonha de enfrentar”. Certa das palavras do mestre e pioneiro do telejornalismo paraibano, Rômulo, não terei vergonha de tentar melhorar a cada dia, pois a humildade agregada com força e vontade são estímulos para ocupar, quem sabe, um lugar em uma daquelas emissoras.

Uma nação sem identidade

 

Fazemos parte de uma nação composta por homens e mulheres distintos uns dos outros. Essa distinção é adquirida desde os primórdios da vida. Ao nascer constituímos hábitos e ideologias pertencentes ao nosso convívio, que com o passar do tempo irão se moldar de acordo com as vivencias. As culturas originarias de um povo, não sobrevivem por muito tempo, pois as infinitas formas de manifestação popular descaracterizam parte dessa cultura herdada ainda no berço.

 

Os diversos meios de comunicação é um fator contribuinte para anulação cultural de uma sociedade. Os gostos, formas, hábitos mostrados e propagados pela televisão, induz a sociedade a deixar para trás seus valores, tradições e tendências culturais. A diversidade uniu as nações e as mesmas ganharam sabores, texturas e misturas diferentes, onde a grande maioria copia o que acha bonito no outro, o que é moda.

 

Uma nação formada por homens e mulheres diferentes, porém iguais nas práticas e ações desenvolvidas ao longo da vida. Uma nação sem herança cultural, sem ideologias e sem valores. Uma sociedade que visa unicamente plagiar o que satisfaz aos olhos e entristece o coração. Uma sociedade viciada nos mesmos vícios.  

 

Essa foi minha redação na prova do ENEM realizada ontem (26/08/2007).

Uma Nação de Heróis de Brinquedo e de um Povo Bravo e Retumbante

 

A sociedade contemporânea é constituída por homens e mulheres que se destacam no cenário público, privado, constitucional, político, jurídico e miserável.

Somos diariamente sediados a perpetuar e idolatrar símbolos humanos que praticam uma ação ou outra, e se acham dono de honrarias. O “palácio das celebridades”, composta por políticos de partidos diversos, é o berço principal dessa leva, que vive em função da exposição e do título de “Deus brasileiro”.

A massa é coagida a venerar homens de paletó, gravata e conversa bonita. Por não ser beneficiada com uma educação igualitária, a massa defende e segue as normas que os meios de comunicação pregam a respeito de determinado político, que detém poder integral sobre esses meios de propagar comunicação. A soberana arrogância de homens brasileiros que vivem em função da exposição e aparição pública é simplesmente mérito particular e nada dignifica a sociedade, que vive a mercê dessas figuras simplórias acometidas de interesses.

As Marias, os Joãos, os Barnabés e os outros tantos homens de bem, que não sobem diariamente a rampa do “Planalto”, mas que estão nos morros, nos túneis, nas oficinas, nos seringais, nas cerâmicas e principalmente nos lares, dando sua vida e seu sangue para uma sobrevivência honesta e por um Brasil mais humano, igualitário e melhor. Homens e mulheres que superam os medos, o cansaço, a perda, a dor e inveja de seus inimigos. Esses sim, deveriam ser lembrados com significância e ter o seu lugar garantido na história do país. Muitos cidadãos destemidos e nutridos de bravura lutam incansavelmente no anonimato, por uma pátria justa e digna, e nem por isso são cultuados pela história como heróis e heroínas. Essas pessoas são os verdadeiros heróis brasileiros.  

Acari revelada pra o mundo

Pedrinho, Dra. Deyse e equipe dedicaram-se durante anos pra desvendar as belezas existentes nesse pedaçinho de lugar.

Lembro-me das primeiras imagens capturadas. O entusiasmo de Pedrinho contagiava toda a equipe.

Durante anos os trabalhos em prol do documentário renderam dificuldades, desafios, conhecimentos e prazer, afinal Pedrinho é um entusiasta do mundo audiovisual.

A festa de lançamento do DVD  logo após a cerimônia de abertura da festa de Nossa Senhora da Guia, lotou o pavilhão central.

 Dava gosto de ver os acarienses emocionados, com as imagens espetaculosas mostradas em grande proporção.

Tenho certeza que todo esforço cometido foi recompensada naquela noite fria de festa.

A voz altiva de Dinda (locução) sacudia a emoção dando vida ao inanimado.

Ao término os acarienses ainda foram presenteados com a apresentação da Orquestra Sinfônica do estado do RN.

O DVD que é intitulado, Acari História Viva, ficou primoroso. Os acarienses encontram-se agradecidos com o majestoso presente ofertado pelo casal acariense de coração, Pedro Brito e sua esposa Dra. Dayse.

Agosto de fé em Acari

 

 

É incrível como em Agosto tudo fica mais bonito em Acari.

As ruas se alargam de sentimento para receber com amor os acarienses presentes, ausentes, devotos e visitantes, vindos dos mais distantes lugares. 

Acordar ao som de fogos e banda de música é emergir de ânimo e entusiasmo o dia sorridente que nos aguarda.

Os primeiros passos do dia são em direção aos pés da venerável mãe da Guia. Antes mesmo de trabalhar os fies lotam a matriz em louvor e adoração a nossa padroeira querida.

A brisa matinal revigora as forças e as energias e aquece o frio que emana da natureza.

O momento em que o sacerdote convida os presentes para entoar com fervor e exultação o abençoado Hino de Nossa Senhora da Guia, é como se todos sentissem carregados aos pés do andor, para fielmente louvar e agradecer.  

Com fervor, com amor, com devoção, com obediência, todos cantam e veneram a nossa Padroeira e protetora de todos os acarienses.

Enaltecidos, renovados e abençoados os devotos deixam a matriz perante a fé que provém do coração de cada um.

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BRASIL, Nordeste, ACARI, Mulher, de 26 a 35 anos